Não sei o que é viver a um terremoto e muito menos a um tsunami, na verdade não sou capaz nem de pensar ou supor, como seria viver um momento deste e seus desdobramentos, mas cabe a todos nós, nestes momentos, refletirmos sobre nossas vidas e sobre os nossos reais valores e buscas.

Somos tudo e não somos nada, temos a força de esmagar e a fragilidade de sermos esmagados. Viver. O que é isto? nestes momentos de devastação de vidas que demoraram anos e anos para se construírem, assim, iguaiszinhas as nossas.

Será que isto que estamos vendo pelas nossas pequeninas telinhas é suficiente para refletirmos sobre nós e sobre tudo isto? Não sou oportunista nem quero fazer do fato um drama melancólico, mas neste momento vi a oportunidade de expor e reforçar minhas percepções e sentimentos a quem queira fazer uma reflexão profunda de nossas atitudes em nosso dia-a-dia.

Sempre entendi que as reações aos problemas são baseadas em nossas reais experiências…uma criança chora por um pirulito que cai da boca e eu pergunto: o que fará com que estas pessoas chorem, após está passagem?

Já vivi dores profundas, visões que esfriaram alguns sentimentos e, isto que vivi, não é de longe, nada comparado a este momento. Outro dia ouvi a diferença entre os espertos e os sábios. Os espertos tiram as lições de suas experiências e os sábios tiram as lições das experiências dos outros. ACORDE! PENSE! ALIVIE! MUDE! A vida é esta, assim, pronta a virar, propiciar ou retirar tudo aquilo que criamos, amamos e somos.

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