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Os gestores têm uma árdua tarefa: apoiar líderes no difícil exercício da liderança

By 14 de abril de 2015 No Comments

Aqueles que chegaram ao cargo de liderança geralmente são pessoas guerreiras, com muitas virtudes, profissionais de atitude e de muita vontade. Suas capacidades são inúmeras e se somam a seu caráter e a seus princípios, que se encaixam nos valores da empresa. E quando o líder está aberto para o aprendizado, sempre há grandes progressos.

O líder tem posição superior, e sua superioridade não está baseada na força do poder, mas sim na grandeza das atitudes, na excelência da condução de embates pessoais. Superior é aquele que está acima da média na conduta, na educação, na paciência, na capacidade de servir mais do que ser servido.

Não existe conquista solitária, nem conquista em que haja um único esforço.

A união se faz necessária para se manter e melhorar o modelo em que acreditamos, sempre com uma troca muito franca e transparente.

O ano de 2009 está sendo árduo na conquista do equilíbrio financeiro, mas, em outros aspectos, estamos caminhando a passos largos, com ótimas perspectivas, entre várias outras conquistas subjetivas que, às vezes, passam despercebidas.

Tanto o líder quanto o gestor sempre são postos à prova: há muitos questionamentos e, em muitas situações, não se têm as respostas mais adequadas. E perguntas sem respostas demandam um grande esforço e envolvimento de todos, porque se faz necessário exercitar a mágica do DIÁLOGO, para que o outro entenda que não existe resposta para tudo.

O que, nas empresas, potencializa e possibilita o sucesso é a força de vontade individual, o desarmamento próprio, a atitude proativa em busca de soluções que visam o bem-estar comum e não meramente que visam atender ideologias egoístas.

Todos precisam fazer um real esforço para terem comportamento amigável e produtivo. Pois, se existem trabalhos de difícil condução, só existe uma caminho para solucioná-los: o da educação, compreensão e vontade. Muita vontade.

Cada pessoa é diferente da outra, e as diferenças muitas vezes causam desgastes e desentendimentos, embora possam ser todas pessoas do bem, ter objetivos claros, buscar o crescimento e um ambiente de trabalho respeitoso e produtivo.

O exercício de compreender o próximo, mesmo que suas razões sejam totalmente opostas às nossas, nasce de uma predisposição dos dois lados. Precisamos lembrar que o objetivo final acaba na mesma estrada, e é nela que precisamos focar. Ceder, às vezes, é o melhor caminho para ensinar.

A liderança servil é a melhor conduta na arte da gestão. Perguntar: “Em que posso lhe ajudar?” é mais produtivo do que dizer: “Você pode me fazer isso”.

Se liderar fosse uma arte simples, não teríamos tão poucos líderes e tantos liderados. É preciso querer de verdade, é necessário abrir mão de sentimentos de insegurança, egoísmo e orgulho. É preciso ceder para conquistar, ouvir para apoiar e não reagir a razões primárias.

Nascemos sob lideranças, pai e mãe – e, às vezes, avós e tios. Nós nos apegamos aos melhores, aos que nos ensinam com maior paciência e nos destinam mais atenção, carinho e segurança. Somos inclinados a sempre contar com um líder e, às vezes, ficamos procurando um em quem nos espelharmos.

Se fizermos um paralelo, observaremos que líder é como um pai ou uma mãe corporativos. É preciso dar exemplo, amar, querer, apoiar, para ser admirado e querido, conquistando assim uma liderança sadia e verdadeira, capaz de preparar seguidores eficientes que continuem e propaguem os valores e princípios culturais de uma empresa.

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